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“Algum
desgosto prova muito amor, mas muito desgosto revela
demasiada falta de espírito” |
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Na Razão de meu Ser
Na razão de meu ser
Não sei o que sou
Sei o que sou
Sei que devo amar
O outro mesmo se nada for
Se eu nada for?
Amarão-me também?
De qualquer maneira
Talvez me amem como uma...
Afetuosa e delicada flor
Ou como um mecânico...
E sistemático robô
Um objeto de ódio ou amor
Sabendo quem sou
Para que vim
Lutando e caminhando para onde...
Melhor devo ir
Sabendo o necessário para sorrir
Para mim, todos, o mundo...
Nos olhos de todos li
Eu, ele, eles, nós, monstro feroz!
A ponto de trucidar a si
A mim, a ti
Não sabendo a verdade
Feri-me, feriu, feriram-me!
Na busca incessante do utópico...
Mundo perfeito aprendi...
A aprender, desaprender...
Ensinar, a viver e a matar!
Se, fico só, vivo bem!
Se por ventura acompanhado fico
Mal vivo, pois sou por natureza...
Racional, mas não antes de ser animal...
Como todos na arca
Sem diferença, há não ser uma alma...
Uma vida eterna e calma
No privilégio da talvez
Verdadeira áurea
Que alumia toda grande área
Terrestre ou não
Fora ou dentro de nosso caminho das almas
De nosso rio celeste
Onde habita o Sol do leste
E se plantam Ciprestes
Na madrugada de meu eu
Choveu no meu sonho choveu
Fazendo de tudo por mim
E para aqueles que não sou eu
A razão de meu viver
É o simplesmente já conhecido
Pela sua complexidade
O amor às vezes denominado “bandido”
Não apenas amor
Mas sim o amor do amor
O amor pela vida, minha vida...
Meus interesses de ajudar
Os meus irmãos
Amor
Palavra pequena
Que faz grandes obras
Ou pulveriza as já feitas...
Por ela própria
Não vim ao mundo para salva-lo
Mesmo porque sou humano...
Antes de qualquer coisa
E além do mais
Para isto já veio meu irmão e amigo...
Do peito Jesus Cristo
Não vim destruir o mundo
O meu Pai já fez isto uma vez...
E só Ele o fará novamente
Não vim consertar o mundo
Pois o homem é imperfeito...
Em si só
E mesmo assim, muitos não...
Terão concertos, também por si só
Isto é privilégio daqueles
Que seguiram o seu coração
Guiados por Deus
Tudo vai de mal a pior
E ainda me julgo cada vez menor
Na minha egoísta superioridade
De ser jovem e de ter mais idade
Vim para este mundo
Sujo, sanhoso e ambicioso...
Para apenas observdentro de nosso caminho das almas
De nosso rio celeste
Onde habita o Sol do leste
E se plantam Ciprestes
Na madrugada de meu eu
Choveu no meu sonho choveu
Fazendo de tudo por mim
E para aqueles que não sou eu
A razão de meu viver
É o simplesmente já conhecido
Pela sua complexidade
O amor às vezes denominado “bandido”
Não apenas amor
Mas sim o amor do amor
O amor pela vida, minha vida...
Meus interesses de ajudar
Os meus irmãos
Amor
Palavra pequena
Que faz grandes obras
Ou pulveriza as já feitas...
Por ela própria
Não vim ao mundo para salva-lo
Mesmo porque sou humano...
Antes de qualquer coisa
E além do mais
Para isto já veio meu irmão e amigo...
Do peito Jesus Cristo
Não vim destruir o mundo
O meu Pai já fez isto uma vez...
E só Ele o fará novamente
Não vim consertar o mundo
Pois o homem é imperfeito...
Em si só
E mesmo assim, muitos não...
Terão concertos, também por si só
Isto é privilégio daqueles
Que seguiram o seu coração
Guiados por Deus
Tudo vai de mal a pior
E ainda me julgo cada vez menor
Na minha egoísta superioridade
De ser jovem e de ter mais idade
Vim para este mundo
Sujo, sanhoso e ambicioso...
Para apenas observar e cuidar de um
Ou de outro ser humano
Não revelarei mais nada
Mas mostrarei o caminho e a estrada
Cuide de sua vida
E que Deus abençoe o destino seu
Mensagem Lida: 1461 vezes
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